Bom, essa aqui vale para quem instalou o Ubuntu 10.04 e ta precisando instalar codecs, plugins, java e alguns outros aplicativos para melhor uso do Ubuntu…

COMO UTILIZAR ESTE TUTORIAL:

Vou exibir os comandos que devem ser executados no Terminal (encontrado em “Aplicativos -> Acessórios -> Terminal”), mas os que quiserem fazer o tutorial de modo “grafico” aqui vai as dicas:

Para adicionar um repositorio: Em Sistema -> Administração -> Canais de Software. Vá na aba “Programas de Terceiros”, clique em adicionar e adicione a linha que for apontada.

Para instalar um pacote: Utilize a “Central de Programas” do Ubuntu para encontrar os programas e instala-los. A mesma se encontra em “Aplicativos -> Central de Programas do Ubuntu”

Dica: Em cada passo de instalação de pacotes existe um link apturl para firefox. Apenas clicando no link fará o mesmo que executar a ação prevista anteriormente ao mesmo.

protinho?? agora podemos prosseguir!!

Repositório Medibuntu

(é um repositório que não pode ser incluso no Ubuntu por razões de licença e etc…)

Linha de comando:

sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/$(lsb_release -cs).list --output-document=/etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list ; sudo apt-get -q update ; sudo apt-get --yes -q --allow-unauthenticated install medibuntu-keyring ; sudo apt-get -q update

graficamente: Adicione “deb http://packages.medibuntu.org/ lucid free non-free” sem as aspas nos canais de software e logo em seguida clique aqui e aqui (necessita Firefox para acessar os links). A segunda vez irá dar um aviso dizendo que o pacote já foi instalado. O mesmo apenas é feito para atualizar a lista de repositórios!

Codecs, Java, Flash e etc..

(Além de instalar codecs como Flash, Java também vai codecs para diversos formatos de audio e vídeo e até alguns proprietários)

Linha de comando:

sudo aptitude install ubuntu-restricted-extras non-free-codecs libdvdcss2 -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui.

obs. Caso após feito este tutorial, você continuar com problemas para executar formatos não nativos (ex. rmvb), tenha certeza de que você tem instalado os pacotes “w32codecs” para Ubuntu 32bits ou “w64codecs” para Ubuntu 64bits.

Descompactadores Extras

(Para descompactar formatos extras como: P7zip, ace, arj e etc..)

Linha de comando:

sudo aptitude install arj lha rar unace-nonfree unrar p7zip p7zip-full p7zip-rar -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui.

Players de Vídeo Extra

(Para quem não gosta do tocador de vídeo padrão e quer usar outro…)

VLC

sudo aptitude install vlc -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui.

SMPlayer

sudo aptitude install smplayer -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui.

Skype

O Skype foi removido do repositório Medibuntu…

Por isso, o jeito é instala-lo diretamente do site: Skype Linux

Baixe a versão apropriada para o seu sistema. No caso, como estamos utilizando o Ubuntu 10.04 Lucid Lynx, vamos baixar o “Ubuntu 8.10+” que é para versão a partir do 8.10. Tenha certeza de escolher a arquitetura certa do seu Ubuntu (32 ou 64 bits)

Após fazer o download, é um simples “clique 2 vezes” e então clique em “instalar”.

Acrobat Reader

Linha de Comando:

sudo aptitude install acroread -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui.

Wine

(Framework para rodar programas de Windows (.exe, etc))

Linha de comando:

sudo aptitude install wine -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui

Google Gadgets

(versão do Linux para o Google Desktop (barra lateral do Google no Windows))

Linha de comando:

sudo aptitude install google-gadgets-gtk -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui.

Cheese

(um bom programa para tirar fotos e fazer videos com a sua webcam)

sudo aptitude install cheese -y

graficamente: Caso esteja utilizando o firefox, clique aqui.

ufa!!, tirem bom proveito disso

qualquer dúvida só falar!!

Você já tentou instalar o Adobe Air no ubuntu x64 e baixou o pacote .deb e recebeu a mensagem de arquitetura incompatível i386??,

Pois é, rapidamente vou postar a maneira fácil e rápida de instalar o Adobe Air para executar arquivos feitos nessa plataforma em especial o TweetDeck.

1 – vá para a página da Adobe e em seguida clique em Adobe Air, lá ao invés de selecionar pacote .deb selecione .bin

Download Adobe Air

2 – Navegue pelo “Terminal” até a pasta onde você baixou o pacote .bin (Geralmente o Firefox baixa para o diretório “Downloads”

De acordo com a imagem acima navegue até o diretório “/home/usuário/Downloads”

ao entrar no diretório via “Terminal” mande executar o bin com o comando “./AdobeAIRInstaller.bin”

Executar o arquivo via Terminal

3 – Va até a página do TweetDeck e instale-o normalmente…

ATENÇÃO!! por algum motivo a instalação do TweetDeck pode apresentar erro no navegador “Mozilla Firefox“, para tal recomendo a instalação por intermédio do navegador “Chromium” (um projeto open source do Google Chrome para Linux), você pode instala-lo indo em Aplicativos >> Central de Progamas Ubuntu e na Busca digitar “Chromium

Instalação Chromium

Obs: Usuários sistema x86/i386, pode baixar o pacote na extensão .deb do site da Adobe e instalar sem problemas e depois instalar o TweetDeck.

Bom, qualquer dúvida é só perguntar!!

Retorno

Publicado: 26/08/2010 em Uncategorized

Pessoal, sei que o blog ficou meio largado por um período pois estive envolvido com alguns projetos, mas em breve vou retomar as postagens e com muitas novidades!!

Por: Gustavo Guanabara

A Google lançou hoje o Google Buzz, um novo recurso que tem como objetivo centrar vários recursos em um só lugar. O Google Buzz funciona  em conjunto com o Gmail e promete ser mais útil que o Google Wave, que fez bastante barulho no início, mas acabou não agradando a todos. Nesse artigo, você vai saber tudo sobre o Google Buzz.

Continue lendo a postagem para aprender como habilitar o Google Buzz na sua conta Gmail e quais são os principais recursos dessa ferramenta.

Como Habilitar o Google Buzz

O Google Buzz funciona como agregador RSS junto com redes sociais e possui integração completa com os serviços do Google. Para habilitar o Google Buzz na sua conta Gmail, basta acessar http://buzz.google.com.

Habilitando o Google Buzz

Depois, clique no botão Try Buzz in Gmail, e a sua caixa postal se abrirá automaticamente, mostrando ao lado direito a opção Buzz. Se por acaso o recurso não for habilitado, aguarde alguns dias, pois a empresa está liberando o acesso ao Buzz aos poucos.

Principais Características do Google Buzz

Google Buzz

Não precisa configurar

O Google Buzz funciona diretamente pela web, não é preciso instalar nenhum aplicativo em seu computador. Além disso, você passa a seguir todas as pessoas com quem você normalmente troca mensagens.

Google BuzzCompartilhamento de informações

Você pode trocar mensagens e recursos publicamente ou apenas com os amigos que desejar. Assim, você consegue se comunicar e também manter a sua privacidade.

Google BuzzIntegração com o Gmail

Todas as mensagens que você receber durante uma conversa privada serão automaticamente enviados para a sua caixa de entrada, e serão exibidas como se fosse um novo email.

Google BuzzCompartilhamento de imagens

Escolha as suas fotos e compartilhe com seus amigos. Eles poderão visualizá-las em miniaturas e ao clicar sobre uma delas, uma versão ampliada será mostrada.

Google BuzzIntegração com Redes Sociais (Twitter, Picasa, etc)

Você pode integrar o conteúdo de várias redes sociais como o Twitter, Flick, Picasa, Google Reader, entre outras. Uma das maiores falhas do Google Wave não está no Google Buzz. Você pode integrar tudo em um só lugar.

Google BuzzAtualizações em tempo real

Sem ter a necessidade de atualizar o site, todas as novas mensagens vão aparecer automaticamente na tela. Isso evita que você precise ficar pressionando F5 sempre que quiser receber novas mensagens.

Google BuzzProposta de Conteúdo

O Google Buzz é “inteligente” suficiente para selecionar informações que você provavelmente vai julgar que sejam interessantes. Aquilo que você não vai gostar será simplesmente ignorado.

Vídeo do Google Buzz

O vídeo a seguir foi criado pela própria Google para demonstrar o potencial do Google Buzz. Se por acaso a legenda não estiver aparecendo corretamente, habilite-a no botão que está no canto inferior direito do vídeo.

Google Buzz em smartphones

O Google Buzz já nasce compatível com vários smartphones do mercado. Por enquanto a compatibilidade total só é conseguida quando usamos aparelhos com sistema Android e em aparelhos da Apple, como o iPhone. Veja o vídeo demonstrativo do Buzz funcionando em dispositivos móveis.

Ubuntu no Pen Drive

Publicado: 22/01/2010 em Dicas
Tags:, , , , , ,

Olá pessoal,

Dessa vez vai a dica que surgiu da necessidade de um cliente, rodar o Ubuntu direto do Pen Drive o que é totalmente proveitoso para equipamentos sem drives óticos.

1 – Baixe a imagen do Ubuntu direto do site ( www.ubuntu.com ). Atualmente disponível na versão 9.10 tanto para plataformas x86 quanto x64.

2 – Baixe o progama UNetbootin ( unetbootin.sourceforge.net ). Não precisa instalar apenas executa-lo.

3 – Na opção Distribution (Distribuição) selecione Ubuntu e, na caixa ao lado selecione a versão da imagem que você baixou no caso pode ser a 9.10_Live. Marque a opção Diskimage, selecione ISO e ao lado clique no botão com três pontinhos para localizar a imagem do Ubuntu baixada. Em Type (Tipo) escolha USB DRIVE (Unidade USB), e em Drive (Unidade) escolha o pen drive. Clique em OK e aguarde até que a operação de transferência para o pen driver seja concluída.

obs: É interessante que o pen drive usado seja apenas para este fim

4 – Para que seu computador dê boot pelo pen drive é preciso configura-lo adequadamente. Entre no Setup da BIOS, selecione a opção de sequência de boot e coloque a unidade de armazenamento USB como primeira opção.

Exemplo de Setup da BIOS na tela de gerenciamento de boot

Obs: O Setup da Bios pode mudar de acordo com o fabricante

5 – Quando o micro entrar na tela do gerenciador de boot criada pelo UNetbootin, escolha a opção Default para executar o Ubuntu.

Obs: É bom lembrar que na solução criada pelo UNetbootin os dados não são persistentes – ou seja, mesmo no pen drive o Ubuntu irá funcionar semelhamente ao Live CD. Se você salvar algum arquivo no sistema (rodando direto do pen drive) no desktop por exemplo, ele não será salvo e não aparecerá na próxima vez que o sistema for executado.

é só qualquer coisa é só perguntar!

Por: Carlos Morimoto

A forma tradicional de overclock nos processadores LGA775 é através da frequência do FSB, que determina não apenas a frequência do processador, mas também da memória e de outros periféricos. Nas placas atuais, a frequência da memória pode ser ajustada de forma independente, o que permite (dentro do suportado pelos módulos) aumentar a frequência da memória, de forma a ganhar alguns pontos adicionais, ou reduzir a frequência da memória em relação ao FSB, permitindo que o clock do processador aumente, mas que a memória continue operando em uma frequência próxima da original.

No Core i7 o processo mudou um pouco, já que ele não utiliza mais o FSB. No lugar dele, existe uma frequência base (Host Clock Frequency), batizada de BCLK (que nos primeiros modelos do Core i7 é de 133 MHz) a partir da qual são obtidas 4 frequências distintas:

a) A frequência dos núcleos do processador, que assim como nos anteriores, é obtida através de um multiplicador, que vai de 20x no i7-920 a 25x no i7-965 XE. O multiplicador é destravado nos modelos da série XE (um diferencial proposital, para justificar a grande diferença no custo) e bloqueado nos demais processadores.

b) A frequência do controlador de memória, cache L3 e outros componentes auxiliares incorporados ao processador, que são coletivamente chamados de uncore. A frequência nominal é de 2.13 GHz para o i7-920, i7-940 e i7-950 (multiplicador de 16x) e de 2.66 GHz para o i7-965 XE e i7-965 XE (multiplicador de 20x). A regra básica é que a frequência deve ser pelo menos o dobro da frequência da memória.

A frequência do uncore é o segundo fator mais importante para o desempenho, perdendo apenas para o clock dos núcleos. O motivo é simples: o clock do uncore determina a frequência de operação do cache L3, que é um fator fundamental para o bom desempenho do i7.

Ao aumentar a frequência do uncore de 2.13 para 2.66 GHz, a latência do cache L3 é reduzida de 41 para 36 ciclos, um ganho de 12%. Um grande percentual da diferença de desempenho entre o i7-950 e o i7-975 XE se deve justamente à diferença no clock do uncore.

c) A frequência do barramento QPI (que liga o processador ao chipset), que é de 2.4 GHz no i7-920, i7-940 e i7-950 (multiplicador de 18x) e 3.2 GHz no i7-965 XE e i7-965 XE (multiplicador de 24x). Dependendo da placa-mãe, o Setup pode reportar a frequência do QPI diretamente, ou informar a frequência efetiva (em MT/s), que corresponde à frequência multiplicada por 2.

d) A frequência dos módulos de memória DDR3, que é de 1066 MHz (multiplicador de 8x) nos modelos regulares e 1333 MHz (multiplicador de 10x) nos da série XE. A frequência da memória aumenta juntamente com a frequência base, mas é possível reduzir o multiplicador, de forma a não exceder a frequência suportada pelos módulos.

Com exceção dos processadores da série XE, o multiplicador da memória é travado para mais, por isso não é possível aumentar a frequência da memória sem aumentar junto a frequência base.

i7_html_59c19237

Tanto o uncore quanto o QPI oferecem uma boa tolerância a frequências mais altas, já que o uncore opera a uma frequência mais baixa que o restante do processador e o QPI foi projetado para trabalhar a 3.2 GHz (frequência que é usada nos processadores da série XE). Graças a isso, as maiores preocupações ao fazer overclock acabam sendo a frequência dos núcleos e da memória, não muito diferente do que temos em um Core 2 Duo.

i7_html_7d195be9

Ao aumentar o BCLK para 166 MHz no i7-920, por exemplo, os núcleos passarão a trabalhar a 3.33 GHz, o uncore a 2.66 GHz, a memória a 1.33 GHz e o QPI a 3.0 GHz, uma configuração que deve funcionar sem problemas caso você esteja utilizando um bom cooler e módulos DDR3 de 1333 MHz ou mais.

Ao tentar ir mais longe, você vai eventualmente se deparar com instabilidade relacionada ao processador (que pode ser causada pele frequência propriamente dita, ou pelo aumento na temperatura), na memória, ou, eventualmente, relacionada ao cache L3 ou outro dos componentes do uncore. Chegamos então à questão das tensões.

A tensão default dos modelos de 45 nanômetros do i7 é de 1.2V, tensão que você pode aumentar com uma certa segurança para até 1.35V. O grande problema em aumentar a frequência do processador é que a dissipação térmica aumenta proporcionalmente, o que torna necessário usar um cooler mais eficiente (é por isso que empresas como a Noctua ganham tanto dinheiro vendendo coolers de alta performance). Se o problema for a temperatura, aumentar a tensão acaba sendo contra-produtivo.

Embora a Intel use o melhor desempenho do processador em diversas tarefas para justificar o maior consumo, o fato é que o i7 é um processador um pouco mais gastador que os Core 2 Quad baseados no Penryn, o que torna o cooler e a ventilação do gabinete fatores especialmente importantes ao fazer overclock.

Em seguida temos a tensão do uncore, que também é de 1.2V e pode ser aumentada com segurança para até 1.35V. As tensões do processador e do uncore são independentes, por isso você pode aumentar apenas a do uncore (que não eleva consideravelmente o consumo do processador) ou vice-versa.

Aumentar a tensão do uncore é geralmente necessária ao aumentar a frequência base para 175 MHz ou mais, ponto em que o controlador de memória começa a apresentar sinais de cansaço.

Concluindo, temos a função da memória, que continua desempenhando a mesma função que nas placas LGA775, permitindo que os módulos de memória suportem tensões mais altas. Embora muitos fabricantes de memória produzam kits com tensões nominais de 2.0V ou até mais, a Intel recomenda não usar mais do que 1.65V, alertando que tensões mais altas podem causar danos ao controlador de memória integrado ao processador.

Apesar do uso do CMOS e outras técnicas para reduzir o consumo, o i7 oferece um bom potencial de overclock, com mesmo o i7-920 atingindo 3.4 GHz (BCLK de 170 MHz) sem grande dificuldade. Aumentando as tensões e usando um cooler de alto desempenho é possível chegar aos 4.0 GHz na maioria dos casos, mas nesse ponto a dissipação térmica começa a ultrapassar o que é viável usando refrigeração a ar. Como sempre, é possível ir um pouco mais longe usando um watter-cooler, mas o custo adicional acaba não compensando.

Como sempre, a qualidade dos waffers e, consequentemente, a frequência máxima de operação dos processadores em overclock, tende a aumentar conforme a produção aumenta e a Intel aperfeiçoa a técnica de produção. Não deve demorar até que novas séries do processador sejam capazes de atingir a marca dos 4.5 GHz.

Continuando, em qualquer overclock mais agressivo, é importante desativar o Turbo Boost, já que o aumento adicional de 266 MHz acaba sendo suficiente para desestabilizar o processador. Procure pela opção “Intel Turbo Mode Tech” ou “Enable Turbo Boost”.

Outra opção importante é a “CPU VR Current Limit Override” ou “CPU TM Function”, que controla o comportamento do controlador PCU embutido no processador. Por default, ele reduz a frequência do processador sempre que o TDP ou a amperagem máxima é atingida, limitando bastante as frequências que você conseguirá atingir no overclock. Para eliminar o obstáculo, é necessário desativar a função.

No caso dos processadores da série XE as coisas são um pouco mais fáceis, pois o multiplicador é destravado, permitindo que você aumente a frequência do processador sem precisar mexer na frequência base. Por serem processadores selecionados dentro da linha de produção, eles são também capazes de atingir frequências um pouco mais altas que a dos modelos mais baratos, mas a diferença no preço faz com que eles não sejam uma boa idéia.

Como em outros casos, o melhor custo-benefício é usar o i7-920, que é o modelo mais barato da linha (ou eventualmente o i7-940, quando ele cair de preço) e combiná-lo com uma boa placa-mãe e um bom cooler, compensando o gasto adicional com um bom overclock.

Pessoal hoje vou falar um pouco sobre Hardware, precisamente sobre o Bloomfield codinome dos processadores Intel com arquitetura Nehalem da série Xeon 35xx, i7…

A principal novidade é a tecnologia QPI (Quick Path Interconnect) que substitui o FSB

Vamos as principais considerações:

  • A controladora de memória está diretamente ligada ao processador.
  • Possuí três canais de memória: cada canal pode suportar um ou dois módulos DIMMs DDR3. As Placas-Mãe para Bloomfield geralmente possuem três, quatro ou seis slots DIMM.
  • Suporte nativo, apenas para memórias DDR3.
  • O barramento frontal (FSB) foi substituído pela interface Intel QuickPath Interconnect(QPI), onde a placa-mãe deve usar um chipset que suporta QuickPath Interconnect.

Cache:

  • 64 KB de cache L1 (32 KB de dados + 32 KB de instruções) por núcleo;
  • 256 KB de cache L2 (instruções combinadas e dados) por núcleo;
  • 8 MB L3 (instruções e dados combinados) compartilhada por todos os núcleos;
  • Todos os quatro núcleos, o controlador de memória, cache e todos estão em um único chip, em vez de um módulo multi-chip de dois processadores dual-core em Yorkfield;
  • A tecnologia “Turbo Boost” permite que todos os núcleos ativos, de forma inteligente, sincronizem-se em pulsos de 133 Mhz, mais rápido que a frequência básica de operação quando estiverem operando abaixo dos limites especificados para energia, corrente e temperatura;
  • Re-implementada a tecnologia Hyper-Threading (HT). Assim cada um dos quatro núcleos pode processar até duas threads em simultâneo, de modo que o processador aparece para o sistema operacional como oito processadores. Esta característica estava presente na micro-arquitetura NetBurst dos processadores mais antigos, mas não havia sido introduzida no Core, já que era um descendente da família Pentium III.
  • Apenas uma interface QuickPath: não destinados ao multi-processo da placa-mãe;
  • Tecnologia de processo 45nm;
  • 731 milhões de transistores;
  • Sofisticadas com gerenciamento de energia que pode colocar um núcleo não utilizado em um modo de energia zero;
  • Suporte para SSE4.2 e conjuntos de instruções SSE 4.1.

QuickPath Interconect

Criado para substituir o Front Side Bus. Funciona como uma interconexão de alta velocidade ponto a ponto. Cada processador possui seu controlador de memória (memória dedicada) e memória cache, fazendo com que os processadores comuniquem-se diretamente com o controlador de entrada e saída. Os processadores podem acessar diretamente a cache do outro, devido às interconexões entre eles, possibilitando também o fluxo de dados em ambas as direções ao mesmo tempo.

Chama-se de link a conexão entre dois dispositivos QuickPath, composta por um conjunto de sinais unidirecionais transmitidos por um dispositivo e recebidos por outro.

As funções do QuickPath são agrupadas em quatro camadas:

  • Camada Física: controle de transferência de dados relacionados à sinais elétricos. Inclui problemas com envio e recebimento de bits.
  • Camada de Comunicação: tratamento de erros ocorridos durante a transferência de dados da camada física para ela mesma.
  • Camada de Roteamento: assegura a ida apropriada dos dados ao seu destino. Dados com destino dentro do próprio dispositivo são enviados para a camada de protocolo.
  • Camada de Protocolo: manter coerência de cache; controlar funções de sistema.

Algumas melhorias:

  • Aumento de desempenho;
  • Aumento de largura de banda;
  • Baixo custo;
  • Escalável;
  • Eficiente consumo de energia;
  • Suporte para novas capacidades.

No próximo Tópico abordarei overclock no i7

abs.

Por Pablo de Assis

Uma prática muito comum e ao mesmo tempo negada pelas provedoras de acesso à internet: entenda melhor a polêmica e aprenda o que você pode fazer com relação a isso.

A grande maioria dos usuários de internet não percebem isso ou não se preocupam, mas uma pequena parcela deles, aqueles que fazem downloads grandes via protocolos de transferência, já notaram que em determinados horários ou para determinadas funções a internet fica muito mais lenta. Há uma estimativa que cerca de 10% dos usuários de internet no Brasil são responsáveis por 80% do tráfego de dados nas redes do país. Ou seja, sobram mais ou menos 20% de banda para a grande maioria dos usuários.

Pensando nisso, as provedoras de acesso à internet – ISP, do inglês Internet Service Provider – começaram algumas formas de moldá-lo, limitando o tamanho da banda para os protocolos que usam mais a rede, que são basicamente os de transferência de arquivos grandes. Esses são os protocolos P2P, como do Emule ou do Ares Galaxy, ou os Torrent utilizados amplamente por muita gente. Alguns provedores limitam inclusive a transmissão de arquivos via FTP, outro tipo de protocolo, usado para fazer transferências entre Servidores.

Este tipo de prática é chamado de Traffic Shaping, o que significa literamente modelação de tráfego. Os provedores negam a prática por ela ser ilegal e camuflam muito bem a forma como isso é feito. Mas isso acontece para garantir que a maior parte de sua rede, que não utiliza esses protocolos de transferência ou não fazem downloads pesados, possa ter um acesso tranquilo a seu email, aos blogs que lê e até mesmo poder ver alguns vídeos no Youtube.

Por que os provedores fazem isso

Quem utiliza rede compartilhada sabe que, quando várias pessoas estãoconectadas ao mesmo tempo, a velocidade de sua conexão é reduzida, pois a capacidade da rede está dividida entre vários computadores. O mesmo acontece com o acesso à internet de uma forma geral. Ao conectarmos nossos computadores, isso é feito via rede oferecida pelo provedor de acesso. Se existe muita gente usando a rede ao mesmo tempo, a capacidade total dela fica reduzida.

As empresas provedoras precisam cumprir seus contratos com os clientes. Quando elas vendem planos de 3MB ou 10MB, seus clientes gostariam de ter essa velocidade ao abrir uma página ou ao abrir um vídeo em um site de streaming. Como dito antes, 90% dos contratantes destes serviços não utilizam protocolos de transferência de arquivos, portanto podem utilizar a velocidade quase completa de acesso sem prejudicar a quantidade de dados transmitidos.

Entenda melhor a transmissão de dados

A transmissão de dados via internet é feita por pacotes. A velocidade de acesso pouco tem a ver com a quantidade de pacotes transmitida. Para entender melhor, façamos uma analogia entre o tráfego de dados com o de carros.

Imagine que ao acessar normalmente a internet você está carregando umaquantidade de pacotes suficiente para encher um carro. Acessos rápidos, só para ler emails ou utilizar o Twitter, transmitiriam pacotes relativos a uma moto. Agora, fazer download de filmes ou grandes arquivos precisaria de um caminhão pesado. Se existem muitos caminhões andando com os carros, a velocidade dos carros e motos vai diminuir. Por mais que os caminhões sejam somente 10% dos veículos da estrada, se eles estão carregando muita coisa, o trânsito pesa e os outros veículos também são prejudicados.

Agora, se existir uma forma de limitar o trânsito dos caminhões, fazendo, por exemplo, que em determinados horários seja proibido andar com cargas muito pesadas, o transito flui melhor para todos os outros veículos. Por exemplo, em regiões metropolitanas de grandes cidades, caminhões são proibidos de transitar. Pensando nessa analogia, podemos imaginar porque os provedores de acesso fazem isso. Ao limitar os protocolos de transferência de poucos usuários, ele garante uma maior fluidez do tráfego de internet para a maioria.

Como os provedores fazem isso

Existem alguns programas utilizados pelas empresas que modelam o acesso à internet. Os provedores podem, por exemplo, limitar o uso de alguns protocolos de transferência. Geralmente os clientes de Torrent ou P2P como o Emule utilizam determinadas portas de acesso. Ao limitar o acesso a essas portas, o provedor garante que poucos dados serão transmitidos. Este limite é feito ao se perder aleatoriamente alguns dos dados enviados, forçando uma economia do uso de banda.

Outra forma é limitar isso a determinados horários, liberando a utilização mais pesada da rede após às 20 horas, por exemplo. Pode-se ainda limitar o uso em determinada região geográfica. Ao detectar o maior fluxo de dados, os provedores diminuem o acesso nesses locais ou horários.

Isso é feito porque ainda há pouco investimento em infraestrutura de banda larga no Brasil. Os provedores se questionam se vale a pena investir milhões para garantir que 10% de seus clientes consigam fazer downloads e uploads a qualquer hora, sendo que o serviço oferecido e os pacotes vendidos são suficientes para quase 90% dos usuários.

É claro que existem questões contratuais para obrigar os provedores a oferecer sempre o pacote de dados vendido. Porém, todos os contratos oferecem cláusulas dizendo que uma velocidade mínima de acesso é garantida, geralmente de 10% do valor contratado. Incrivelmente essa é a eficiência ao se fazer o Traffic Shaping. É claro que as provedoras negam a prática, mas os usuários conseguem provar isso, como é possível ver neste vídeo:

Dicas para driblar o Traffic Shaping

Existem várias formas de se driblar as limitações impostas pelas empresas provedoras de internet. Algumas são mais complexas, pois exigem conhecimento de arquitetura de rede ou tecnologia de conexão. Aqui serão passadas algumas dicas mais simples, porém eficazes para garantir uma velocidade maior de download.

A primeira coisa que você deve fazer é testar sua conexão para saber se ela realmente está sofrendo com Traffic Shaping. Existe o projeto Glasnost que testa sua conexão atrás de limitações. Para fazer isso, basta visitar a página do serviço neste link e clicar no botão “Start Testing”.

O teste demora aproximadamente oito minutos e verifica se a provedora limita acesso ao protocolo BitTorrent. Caso comprove isso, você pode alterar algumas configurações de seus programas de transferência de arquivos. Algumas delas – e programas – podem funcionar com um provedor e não com o outro, então teste à vontade.

A primeira coisa que você pode fazer é usar encriptação no tráfego P2P de seus programas de Torrent. Desta forma fica quase impossível de as provedoras saberem que você está usando esses protocolos. Dependendo do programa existem formas diferentes para habilitar a função.

BitComet: primeiro, vá ao menu Option. Depois clique em PreferencesAdvancedConnection, e marque a opção Protocol encryption.

BitTorrent e uTorrent: Primeiro, vá ao painel Preferences e lá escolha a aba BitTorrent. Clique em Protocol encryption e marque a opção Enabled.

Vuze: primeiro, mude seu perfil do modo iniciante para o avançado. Em seguida, vá ao menu Tools, abra oConfiguration Wizard e escolha a opção o Advanced. Depois retorne à função Tools e clique em Options,Connection Transport Encryption. Clique em Require encrypted transport, vá ao menu Minimum encryption e escolha encriptação RC4.

Os provedores, porém, estão conhecendo essas técnicas e inclusive chegam a bloquear qualquer programa que pareça utilizar o protocolo Torrent. Se isso acontecer, você deve trocar de programa ou de provedor de acesso. Não tenha esperanças que reclamar para seu provedor ou até mesmo para a ANATEL vá resolver algo, pois as empresas negam a prática e estão amparadas pelo contrato assinado com o cliente. Ao mesmo tempo a ANATEL precisaria investigar as denúncias e isso levaria tempo. O melhor mesmo é encontrar um provedor ou um programa que permita a você fazer os downloads que quiser.

Galera, Hoje vou postar um tutorial bem interessante porém fácil… para quem não tem conhece essa tecnologia basta acessar o site do Windows Surface e veja o que vem por ai no futuro, enquanto ele não chega nas lojas para a venda podemos brincar um pouco.

ocê pode construir um modelo caseiro da famosa Microsoft Surface usando apenas uma câmera e um software para gerenciar o trackeamento dos dedos.
Andando pela net, eu vi que o pessoal da Hack N Mod desenvolveu um multitouch pad caseiro, usando apenas os seguintes materiais:
  • Uma caixa de papelão (com a boca do tamanho de uma folha A4 ou Ofício);
  • Uma lâmina de algum material transparente (corte uma folha de uma pasta escolar de plásico, um vidro, acrílico, invente!);
  • Uma folha de papel sulfite (A4 ou Ofício);
  • Fita adesiva;
  • Uma Webcam;
  • Software opensource de trackeamento de dedos: Touchlib que você pode baixar AQUI (ele tem apenas 3.9Mb!) pode trackear 10 pontos ao mesmo tempo, ou seja, você pode usar as duas mãos!

touchimg

Apesar de você poder usar praticamente qualquer câmera, quanto maior a qualidade da câmera, melhor será o rastreamento realizado com o software, decorrendo uma maior acuracidade no trackeamento. O modelo utilizado no vídeo abaixo foi uma Philips SPC90NC de 1.3mp, e 90 fps. Sendo que qualquer uma VGA de 30 fps deve funcionar perfeitamente!

Assita o tutorial em vídeo:

E nessa outra versão de tutorial você aprende fazer sua parede Touch  usando as mesmas configurações com leves modificações

por enquanto é isso até a próxima

créditos ao amigo nebulosa do saber

 

Primeiramente tenho que justificar minha ausência… eu me mudei finalmente estou no meu apartamento porém algumas coisas que veio no pacote inclusive a mudança de PC para um beeeem mais inferior contribuíram, bom voltei e agora espero manter a constância!

Reprodução das embalagens

Reprodução das embalagens

Depois de grande expectativa e espera finalmente chegou o Windows 7, andando hoje pelas lojas de informática é grande a propaganda do novo sistema e as promessas também… não me espanto tanto pois uso o Windows 7 desde Fevereiro desse ano e tenho a versão final, a mesma que está sendo vendida a partir dessa semana a 2 meses pois faço parte do grupo de colaboradores do MSDN da Microsoft.

É natural que ao surgimento de um novo sistema e uma atualização eminente surgem algumas dúvidas e medos quanto ao futuro, ainda mais se tratando do histórico do “Vista”, bom pessoal o Windows 7 parece que vai ser bem diferente e realmente vai superar o” XP” durante todo o uso mesmo nas versões BETAS a principal diferença é que o sistema é bem mais leve que o antecesor e algumas funções otimizadas. Ao longo dos dias ai pela frente vou falar mais sobre o novo sistema inclusive trazando dicas e afins.

Agora vamos nos ater as primeiras impressões/informações sobre o novo sistema.

1 – Saiba o que os brasileiros não terão com o Windows 7

- Pacote Familiar: 

7famelyO Windows 7 Family Pack será oferecido pela Microsoft nos Estados Unidos e na Europa. É uma oferta similar à do Office Home & Student, pacote de aplicativos vendido no Brasil por cerca de 200 reais, com licença para uso em três computadores. O Windows 7 Family Pack inclui três licenças de uso da edição Home Premium do sistema operacional. Nos Estados Unidos, vai custar 149,99 dólares. Seria uma opção atraente para quem tem mais de um micro e quer instalar o Windows 7 nessas máquinas. Seria.

w7-au- A opção Anytime Upgrade

Permite passar de uma edição mais simples do Windows 7 a uma mais completa, não será oferecida no Brasil.

Em 13 desses países, o upgrade poderá ser feito online, com a aquisição da licença via internet. Em outros, o usuário poderá comprar versões específicas do Windows 7 (foto acima) nas lojas. Mas nada disso inclui o Brasil. Alguém que tenha Windows 7 Starter nos Estados Unidos, por exemplo, poderá mudar para o Home Premium por 79,99 dólares (145 reais). Já um brasileiro que queira fazer o mesmo upgrade terá de comprar uma cópia completa do Home Premium, pagando o preço integral da licença de uso, um valor muito mais alto.

- Preço mais caro será o brasileiro:

Quem tem um notebook com Windows Vista Business vai gastar 629 reais para atualizá-lo.

Enquanto os preços do Windows 7 nos Estados Unidos e em outros países já haviam sido divulgados há meses, a Microsoft vinha fazendo segredo sobre os valores que serão cobrados no Brasil. Só recentemente, a empresa me passou alguns dos preços ao consumidor. São estes:

Ultimate – 669 reais
Professional – 629 reais
Home Premium – 399 reais
Home Basic – 329 reais

- Outras coisas da lista

Pré-venda
A Microsoft vendeu um milhão de cópias do Windows 7 por preço promocional durante a fase de pré-lançamento. A edição Home Premium, por exemplo, custava 49 dólares nos Estados Unidos, o equivalente a 85 reais. Na Europa, o preço era 49 euros. Houve promoções similares em vários países, mas não no Brasil.

Estudantes
Nos Estados Unidos, estudantes podem comprar o Windows 7 Home Premium ou Professional pelo equivalente a 52 reais. Para isso, a exigência básica é ter um endereço de e-mail com terminação .edu. Essa oferta vale até 3 de janeiro. Há outras similares em países como Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Coreia e México, mas não no Brasil. A Microsoft tem um programa de vendas a universidades aqui, mas ele é bastante mais restrito.

E para finalizar algumas razões para você migrar ou não para o Windows 7

Cinco razões para migrar

1. A interface é melhor
Há muitos melhoramentos na interface gráfica do sistema. Um exemplo: como no Vista, ao pressionar Alt + Tab, são exibidas miniaturas dos aplicativos. No entanto, no Windows 7, posicionando o mouse sobre uma delas, a tela é mostrada em tamanho natural. Outra novidade: com o mouse, basta arrastar uma janela para um dos lados para que ela assuma o tamanho equivalente a metade da tela. Mas o melhor mesmo são os novos atalhos de teclado, como Windows + seta abaixo para minimizar a janela.

2. É mais rápido
Os testes apontaram que, em média, o Windows 7 é 14% mais veloz que o Vista e tem desempenho próximo ao do XP. O Windows 7 é mais veloz que o Vista em operações que envolvem música, imagens, comunicações e filmes. Perde por pouco em jogos e em aplicativos para escritórios.

3. Configurar a rede é fácil
A configuração de uma rede doméstica é mais simples no Windows 7. O sistema oferece a opção de colocar o micro num grupo de trabalho pré-configurado, o HomeGroup. Se esse grupo ainda não existir na rede, ele é criado. Qualquer usuário da máquina passa, então, a ter acesso imediato aos recursos da rede.

4. As bibliotecas ajudam
Quase ninguém usa o recurso de pastas virtuais no Vista. Mas a nova versão, chamada biblioteca, é muito melhor. Ela facilita, por exemplo, o compartilhamento de arquivos na rede. No Windows 7, basta compartilhar uma biblioteca para que os arquivos listados nela tornem-se disponíveis para outros usuários. E esses arquivos não precisam estar na mesma pasta física.

5. A segurança é sensata
Aqueles avisos de segurança chatos do Windows Vista se reduziram bastante no Windows 7. E um novo ajuste permite suprimi-los quase totalmente apenas arrastando um controle com o mouse. Ficaram os recursos que realmente contribuem para a segurança do computador.

Cinco razões para não migrar

1. O netbook fica mais lento
O INFOLAB verificou que um netbook com 1 GB de memória fica, em média, 11% mais lento com Windows 7 que com XP. Aumentando a memória para 2 GB, a diferença diminui para 9%, ainda a favor do XP. Ou seja, o Windows 7 moderniza o netbook, mas piora o desempenho dele.

2. A partida demora mais
O Windows 7 é rápido ao reativar o micro quando ele está dormindo. Também consegue desligar a máquina em metade do tempo gasto pelo Vista. No entanto, a partida no PC quando ele é ligado foi, em testes do INFOLAB, 17% mais demorada com Windows 7 que com o Vista.

3. Nem tudo é compatível
Se o micro tem algum item de hardware não compatível com o Vista, é quase certo que ele também não vá funcionar com Windows 7. O modo XP, presente nas edições Professional e Ultimate do Windows 7, resolve problemas de compatibilidade com aplicativos. Mas não soluciona todas as falhas que envolvem hardware.

4. A migração pode ser trabalhosa
Quando o micro roda o Vista, é possível migrar para uma edição equivalente ou mais completa do Windows 7 sem reinstalar aplicativos. Mas há muitas situações em que isso não é possível. Alguns exemplos são quando o sistema atual é o XP, quando se muda de 32 para 64 bits e quando se passa do Vista Business para uma das edições Home. Nesses casos, é preciso fazer backup dos arquivos pessoais, formatar o disco e reinstalar tudo do zero, um processo trabalhoso e demorado.

5. O software é caro
Imagine alguém que, dois anos atrás, comprou um micro com Vista Home Premium por 1 500 reais. Esse micro vale, hoje, menos de mil reais. Considerando o preço sugerido pela Microsoft, migrar para o Windows 7 Home Premium custa 399 reais, 40% do valor do micro. Dependendo do usuário e do computador, pode não valer a pena.

Bom pessoal, por enquanto é isso estou a disposição para tirar dúvidas e até mesmo para efetuar consultorias para instalação do novo sistema e em breve novo post com dicas.

até a próxima!